Ativistas ampliam resistência a Trump com desobediência civil

Fernando Alcântara Mendonça
Tempo: 2 min.

Ativistas nos Estados Unidos estão intensificando a resistência ao governo Trump, mudando suas táticas de lobby e votação para a desobediência civil não violenta. O assassinato de Alex Pretti em Minneapolis, enquanto ele ajudava um civil, gerou uma onda de protestos contra as políticas de imigração rigorosas da administração. A cidade tem estado em um estado de protesto contínuo, especialmente após uma greve geral que mobilizou dezenas de milhares de moradores em 23 de janeiro.

As manifestações em Minneapolis não foram um evento isolado. Em resposta ao assassinato de Pretti, as ações de solidariedade se espalharam pelo país, culminando no Free America Walkout, que contou com mais de 900 ações locais em todos os 50 estados. Esses eventos refletem um crescente descontentamento com a abordagem do governo em relação à imigração e à violência policial, levantando questões sobre a eficácia das estratégias tradicionais de ativismo.

O aumento das manifestações sugere que os ativistas estão se adaptando a um cenário político mais tenso e polarizado. A continuidade das mobilizações e a participação em massa indicam um movimento social em expansão, que pode ter implicações significativas para as próximas eleições e para o futuro das políticas de imigração nos Estados Unidos. A resistência ao governo Trump pode não apenas influenciar o debate público, mas também moldar a agenda política do país nos próximos anos.

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