A ex-CEO do Hospital Countess of Chester, Dr. Susan Gilby, fez sérias alegações sobre a segurança dos pacientes, afirmando que lideranças do NHS estão conduzindo “investigações enganosas” para desacreditar denunciantes de práticas inadequadas. Gilby, que assumiu a direção do hospital em 2018 após o caso envolvendo Lucy Letby, obteve uma indenização de £1,4 milhão após ser demitida injustamente por levantar preocupações sobre assédio. A declaração destaca a necessidade urgente de fortalecer as proteções para aqueles que denunciam irregularidades.
Gilby enfatiza que tais investigações não apenas prejudicam os denunciantes, mas também colocam em risco a segurança dos pacientes, uma vez que preocupações legítimas podem ser ignoradas. A ex-CEO acredita que o NHS deve adotar medidas mais robustas para garantir que os funcionários se sintam seguros ao relatar comportamentos inadequados sem medo de retaliação. O tribunal que decidiu a favor de Gilby também expôs falhas na cultura organizacional do hospital, revelando um ambiente hostil para quem denuncia.
As implicações dessas alegações são profundas, não apenas para o NHS, mas para o sistema de saúde como um todo. A necessidade de um ambiente seguro para denunciantes é crucial para a melhoria da qualidade no atendimento à saúde. O caso de Gilby pode servir como um catalisador para reformas necessárias dentro da instituição, promovendo uma cultura de transparência e responsabilidade entre os gestores de saúde.

