A morte do cão Orelha mobilizou protestos em várias cidades do Brasil no último domingo, 1º de fevereiro, exigindo justiça e responsabilização dos envolvidos na sua morte. Em São Paulo, manifestantes se concentraram no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), iniciando a caminhada por volta das 10h. Outros atos ocorreram simultaneamente no Rio de Janeiro e em Florianópolis, reunindo pessoas em clamor por justiça.
Os protestos atraíram a atenção de artistas, ativistas e parlamentares, que se uniram ao movimento. A primeira-dama de São Paulo, Regina Nunes, e a ativista Luisa Mell estiveram presentes, destacando a importância da proteção animal. Além disso, os manifestantes também pediram a redução da maioridade penal, uma questão que está em debate no país, especialmente diante da participação de adolescentes no caso de Orelha.
As manifestações surgem em um contexto de crescente violência contra animais no Brasil, com casos recentes de agressões que geraram indignação. Orelha, que morreu após sofrer graves agressões, tornou-se símbolo dessa luta por justiça. A investigação continua, com a Polícia Civil buscando responsabilizar os adolescentes envolvidos, enquanto a sociedade se mobiliza por mudanças significativas nas leis de proteção animal.

