Os pais de Lucy Letby, Susan e John Letby, manifestaram sua indignação em relação ao uso de imagens gravadas durante a prisão de sua filha em um documentário da Netflix. Eles consideram a exibição dessas filmagens uma “completa invasão de privacidade” e afirmaram que assistir ao conteúdo pode ser extremamente prejudicial para sua saúde emocional. De acordo com o casal, a divulgação do vídeo, que mostra a prisão ocorrida em sua residência, é inaceitável e dolorosa.
Os Letby questionaram a decisão da polícia em liberar as gravações, que foram registradas em sua casa, enfatizando a preocupação com a possibilidade de sua residência se transformar em um ponto turístico. Essa situação tem gerado grande angústia para a família, que já enfrenta um estigma significativo devido aos crimes atribuídos à filha. Eles pedem respeito à sua privacidade em um momento já extremamente difícil.
A crítica dos pais de Letby lança luz sobre questões mais amplas relacionadas à privacidade e à ética na cobertura de crimes. Esse caso exemplifica como a mídia e as plataformas de streaming podem impactar a vida de pessoas envolvidas em situações delicadas. A repercussão da crítica pode incentivar uma reflexão mais profunda sobre os limites éticos na produção de documentários sobre crimes reais.

