A Rússia manifestou sua firme oposição ao envio de tropas da OTAN e da União Europeia à Ucrânia, de acordo com declarações do vice-ministro das Relações Exteriores, Aleksandr Grushko. Em resposta a uma proposta do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, sobre garantias de segurança, Grushko enfatizou que essa medida é considerada inaceitável e que não haverá adesão da Ucrânia à OTAN nem a presença de forças estrangeiras em seu território.
O governo russo reiterou que a presença militar estrangeira na Ucrânia não será tolerada e que qualquer movimentação nesse sentido poderia levar a uma escalada significativa das hostilidades. Grushko também destacou que a bandeira de um militar francês ou de qualquer outro país da UE não altera a posição da Rússia sobre o assunto, que considera tais declarações como incitações à continuidade do conflito.
As declarações de Moscou refletem um aumento das tensões na região e um impasse nas negociações sobre a segurança da Ucrânia. A Rússia mantém que a presença de tropas da OTAN em solo ucraniano é uma ameaça direta, e esse posicionamento poderá influenciar decisões futuras de políticas de segurança na Europa e nas relações entre as potências ocidentais e a Rússia.

