Departamento de Justiça dos EUA libera 3,5 milhões de arquivos sobre Epstein

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Na última sexta-feira, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou a liberação de 3,5 milhões de arquivos relacionados ao difunto financista Jeffrey Epstein, que foi implicado em crimes de tráfico sexual. O vice-procurador geral, Todd Blanche, indicou que essa pode ser a última grande liberação de documentos relacionados ao caso. Apesar dessa divulgação, ainda há 2,5 milhões de arquivos que permanecem retidos, levantando questões sobre a transparência do processo.

Os promotores federais identificaram um total de 6 milhões de arquivos que poderiam ter relevância legal, mas apenas uma fração foi tornada pública até o momento. Essa liberação é vista como uma conformidade parcial com uma legislação aprovada pelo Congresso no final do ano passado. A lei estabelece um prazo até 19 de dezembro de 2025 para que todos os documentos governamentais relacionados a Epstein sejam divulgados, despertando preocupações sobre o que ainda está oculto.

As implicações dessa situação são significativas, pois a liberação incompleta de documentos pode afetar investigações em andamento e a busca por justiça para as vítimas de Epstein. O público e as partes interessadas continuam a exigir mais transparência sobre os arquivos restantes. O caso de Epstein continua a ter um impacto profundo nas discussões sobre abuso sexual e as responsabilidades legais associadas a figuras de poder.

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