Descoberta de cova coletiva revela detalhes da peste de Justiniano

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Uma equipe de pesquisadores liderada pelos Estados Unidos confirmou a descoberta da primeira cova coletiva do Mediterrâneo relacionada à peste de Justiniano, a pandemia mais antiga registrada na história. Este evento, que ocorreu entre os séculos VI e VIII, resultou na morte de milhões de pessoas no Império Bizantino, revelando uma crise de saúde pública sem precedentes na época.

Os achados, que foram publicados na edição de fevereiro do Journal of Archaeological Science, fornecem informações valiosas sobre a mobilidade, a vida urbana e a vulnerabilidade dos cidadãos afetados pela peste. Os pesquisadores destacam a importância dessa descoberta como uma janela empírica rara para entender como as comunidades lidaram com a pandemia e suas consequências sociais e econômicas.

As implicações desses novos dados são significativas para o estudo da história da saúde pública e da epidemiologia. Compreender a magnitude e o impacto da peste de Justiniano pode oferecer lições valiosas para enfrentar pandemias contemporâneas, além de enriquecer o conhecimento sobre a resiliência humana em tempos de crise sanitária.

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