Protestos em Minneapolis contra operações de imigração nos EUA

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

Milhares de pessoas se reuniram em Minneapolis na última sexta-feira, 30, para protestar contra as operações da polícia migratória americana. O ato, conhecido como ‘apagão nacional’, foi motivado pela morte a tiros de dois ativistas e gerou grande comoção pública. Entre os presentes estava o famoso músico Bruce Springsteen, que prestou homenagem aos falecidos durante o evento.

O protesto foi organizado por diversas organizações que defendem os direitos dos imigrantes e recebeu apoio de políticos locais, especialmente do Partido Democrata. Minneapolis, uma cidade-santuário, tem se recusado a colaborar com agências de imigração, refletindo um clima de resistência às políticas do governo federal, que tem intensificado operações de deportação. A situação se tornou ainda mais tensa após a recente mudança na liderança da Patrulha Fronteiriça, após as mortes dos ativistas.

Além das manifestações, a situação gerou polêmica em torno das ações do presidente Donald Trump e suas declarações sobre os ativistas, que ele classificou de forma negativa. Recentemente, surgiram acusações contra um jornalista que cobria os protestos, o que levou a uma condenação por parte de grupos de defesa da liberdade de imprensa. O desdobramento desses eventos poderá influenciar a percepção pública sobre as políticas de imigração e a atuação da imprensa no país.

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