Juíza exclui pena de morte para jovem acusado de matar CEO nos EUA

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Em uma decisão proferida em 30 de janeiro em Nova York, uma juíza retirou a possibilidade de pena de morte do ítalo-americano Luigi Mangione, que é acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da seguradora de saúde UnitedHealthCare. A juíza Margaret Garnett decidiu rejeitar duas das quatro acusações que pesavam contra Mangione, o que significa que, se condenado, ele poderá enfrentar apenas a prisão perpétua.

A defesa de Mangione celebrou a decisão como uma vitória importante, sustentando que a ação contra Thompson não configura um crime violento e, portanto, não deveria resultar em pena capital. Os advogados argumentaram que a solicitação pela pena de morte tinha motivações políticas e não jurídicas. Entretanto, a juíza não acolheu o pedido da defesa para excluir provas coletadas na mochila do réu.

O assassinato ocorreu em 4 de dezembro de 2024, quando Thompson foi baleado em frente a um hotel de luxo em Nova York. Mangione foi preso posteriormente, em 9 de dezembro, e é oriundo de uma família abastada de Maryland, tendo se graduado na Universidade Estadual da Pensilvânia. O processo agora seguirá com as acusações restantes, e o desdobramento final dependerá do julgamento a ser realizado.

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