Juíza exclui pena de morte para acusado de assassinar CEO da UnitedHealthcare

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, não será submetido à pena de morte, conforme decisão da juíza Margaret Garnet. A magistrada classificou as acusações de homicídio como ‘falhas’ e decidiu manter apenas as acusações de perseguição, que podem levar a uma sentença de prisão perpétua. Mangione, que se declarou inocente, foi detido cinco dias após o assassinato de Thompson, ocorrido em 4 de dezembro de 2024.

O CEO foi assassinado enquanto se dirigia à conferência anual de investidores do UnitedHealth Group em Manhattan, um evento de grande importância para a empresa. A decisão da juíza impede que os promotores aleguem a pena de morte no tribunal, o que altera significativamente a abordagem do caso. Este desdobramento pode impactar a estratégia de defesa e o futuro legal de Mangione.

A exclusão da pena de morte pode abrir caminho para um processo mais longo, com implicações significativas para ambos os lados. Com o foco agora nas acusações de perseguição, a expectativa é que o julgamento se aprofunde em questões relacionadas à motivação e ao contexto do crime. O caso continua a atrair atenção, dada a relevância do setor de saúde e a notoriedade das figuras envolvidas.

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