A União Europeia sancionou, em 29 de janeiro de 2026, o ministro do Interior do Irã, Eskandar Momeni, o procurador-geral e líderes da Guarda Revolucionária devido à violenta repressão das manifestações antigovernamentais. O bloco europeu adicionou 15 indivíduos e seis entidades à sua lista de bloqueio de bens e proibição de vistos, segundo o diário oficial da UE.
As sanções ocorrem em um contexto de crescente violência, com mais de 6.200 mortos, incluindo mais de 5.800 manifestantes, conforme relatório da ONG Human Rights Activists News Agency, que também investiga mais de 17.000 possíveis mortes adicionais. Em resposta, os ministros das Relações Exteriores da UE estão avaliando a inclusão da Guarda Revolucionária na lista de organizações consideradas ‘terroristas’.
As sanções da UE refletem a pressão internacional sobre o Irã em meio a tensões diplomáticas, especialmente após declarações do ministro das Relações Exteriores do Irã, que advertiu que suas tropas estão prontas para reagir a possíveis ataques dos Estados Unidos. O cenário continua a evoluir, com implicações significativas para a política regional e as relações internacionais.

