Mãe critica universidade após filho tirar a própria vida por erro de nota

Camila Pires
Tempo: 1 min.

Ethan Brown, estudante de geografia, tirou a própria vida após ser informado erroneamente de que não poderia se formar. Apesar de ter direito a um diploma de 2:1, a universidade falhou em comunicar corretamente sua situação acadêmica, levando ao desespero do jovem. O incidente ocorreu em janeiro de 2026, e a mãe de Ethan expressou sua indignação em relação à instituição de ensino.

A mãe de Ethan ressalta que a universidade deveria ter assumido a responsabilidade pelo erro que afetou profundamente a vida de seu filho. Ela acredita que a comunicação inadequada e a falta de apoio emocional contribuíram para a situação trágica. Este caso destaca a pressão que os estudantes enfrentam e a importância de um acompanhamento adequado por parte das instituições de ensino.

A tragédia levantou um debate sobre a saúde mental dos estudantes e a responsabilidade das universidades em garantir um ambiente seguro e acolhedor. Com a crescente preocupação sobre o bem-estar emocional no ensino superior, espera-se que esse caso leve a mudanças nas políticas institucionais. A história de Ethan serve como um alerta sobre a necessidade de suporte eficaz e comunicação clara nas universidades.

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