A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, destacou os riscos da desinformação e do uso da inteligência artificial em um comunicado recente. Com a sua saída prevista para o meio do ano, Nunes Marques assumirá a presidência do TSE e será responsável por liderar o processo eleitoral de 2026. A expectativa é de que sua gestão traga mudanças na abordagem do tribunal em relação a fake news e liberdade de expressão.
Cármen Lúcia enfatizou que a inteligência artificial potencializa a propagação de conteúdos falsos, um desafio que a Justiça Eleitoral deverá enfrentar com urgência. Além disso, o TSE se prepara logisticamente para garantir que as urnas eletrônicas, muitas delas antigas, funcionem adequadamente no dia da eleição. Essa complexidade operacional será um dos principais focos na gestão de Nunes Marques, conforme analisado por especialistas.
Ao assumir o TSE, Nunes Marques deverá implementar uma visão que priorize a liberdade de expressão, mesmo em meio a crescentes preocupações com a desinformação. A combinação de desafios técnicos e institucionais marcará seu início à frente do tribunal, exigindo um equilíbrio entre a proteção dos direitos de expressão e a segurança das informações durante as campanhas eleitorais. Assim, a sua gestão se torna crucial para a integridade do processo democrático no Brasil.

