Líderes europeus articulam um possível boicote à Copa do Mundo de 2026, marcada para ser realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. A pressão crescente surge em resposta às políticas controversas do presidente Donald Trump, especialmente em relação à imigração e à possível anexação da Groenlândia. A discussão tem ganhado força entre políticos e dirigentes esportivos, que consideram não participar do evento.
As tensões políticas têm afetado o ambiente esportivo, com federações e atletas da Europa debatendo as consequências de uma eventual ausência no Mundial. Embora ainda não haja uma decisão formal, o simples ato de discutir o boicote já provoca instabilidade, uma vez que a presença europeia é vital para o sucesso comercial e esportivo da Copa. A FIFA, por sua vez, tenta mitigar a crise, enfatizando a importância da união e do diálogo no evento.
Com o potencial de transformar a Copa de 2026 em um palco de disputas geopolíticas, governos e federações analisam as implicações de misturar política e esportes. A ausência de seleções europeias poderia diminuir a relevância do torneio, além de afetar sua audiência e receitas. Mesmo sem uma decisão oficial, o alerta já está aceso, refletindo a crescente interconexão entre esportes e questões políticas globais.

