Um estudo divulgado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) revela que a guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, resultou em aproximadamente dois milhões de baixas militares, incluindo mortos, feridos e desaparecidos. Publicado em 27 de janeiro de 2026, o relatório atribui a maior parte das perdas às forças russas, que podem ter perdido até 325 mil soldados em um total de 1,2 milhão de baixas em suas fileiras.
O estudo também destaca que a Ucrânia enfrentou perdas significativas, com estimativas entre 500 mil e 600 mil baixas, das quais entre 100 mil e 140 mil foram mortes. A combinação das baixas militares de ambos os lados poderia chegar até dois milhões até a primavera de 2026, o que representa um impacto sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial. Além disso, o conflito gerou um alto número de mortes civis, com mais de 2.500 registrados apenas em 2025, conforme dados da ONU.
As implicações desse estudo são alarmantes, pois o número de baixas militares e civis demonstra a intensidade e a brutalidade do conflito em curso. Com a guerra se arrastando por anos e as perdas se acumulando, o cenário humanitário na Ucrânia se torna cada vez mais crítico. A análise do CSIS enfatiza a necessidade urgente de uma resolução pacífica e a proteção dos direitos humanos em meio à devastação contínua.

