Juiz reabre processo de agressão sexual contra Marilyn Manson

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

Um juiz da Califórnia reconsiderou o arquivamento do processo de agressão sexual contra o músico Marilyn Manson, após a ex-assistente do cantor apresentar novas alegações. A decisão foi anunciada em 27 de janeiro de 2026, quando o magistrado do Tribunal Superior de Los Angeles, Steve Cochran, reavaliou o caso com base na nova legislação do estado, a AB250, que permite a reabertura de processos já prescritos. A audiência subsequente está marcada para 27 de março deste ano.

A ex-assistente, identificada como Ashley Walters, trabalhou com Manson entre 2010 e 2011 e alega que ele a abusou sexualmente e a agrediu diversas vezes, além de envolvê-la em situações de uso de drogas. Walters também alega que Manson se gabar de atos de abuso e teria mostrado um vídeo de um ataque a uma menor de idade. As alegações são graves e levantam questões sobre o comportamento do cantor durante e após seu relacionamento profissional com a assistente.

A defesa de Manson, representada pelo advogado Howard King, contesta as alegações, afirmando que Walters não possui uma ação válida de agressão sexual conforme a nova lei. A equipe jurídica do artista argumenta que as denúncias apresentadas não se sustentam legalmente e que não há bases para novas acusações. O desdobramento deste caso poderá ter implicações significativas tanto para a carreira de Manson quanto para o debate sobre abusos de poder na indústria do entretenimento.

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