Um novo processo judicial nos Estados Unidos alega que a Meta, empresa controladora do WhatsApp, enganou usuários ao afirmar que suas mensagens são protegidas por criptografia de ponta a ponta. A ação, protocolada em um tribunal de San Francisco, envolve um grupo internacional de denunciantes que questionam a efetividade dessa proteção e a possibilidade de acesso indevido por funcionários da empresa.
Os denunciantes afirmam que, por meio de procedimentos internos, é possível que funcionários da Meta acessem mensagens privadas, o que contradiz as alegações da empresa de que apenas remetente e destinatário podem visualizar o conteúdo das conversas. A discussão sobre a privacidade no WhatsApp ganhou força nas redes sociais, com usuários exigindo maior transparência sobre os mecanismos de segurança e auditorias independentes.
Em resposta, a Meta categoricamente rejeitou as alegações, afirmando que a criptografia de ponta a ponta tem sido uma característica do WhatsApp por mais de uma década. A empresa classifica a ação como infundada e frívola, e está disposta a buscar sanções contra os autores do processo. O desdobramento desse caso pode impactar a credibilidade da Meta e a confiança dos usuários em suas promessas de privacidade.

