No Dia da Memória do Holocausto, a autora Sally Susman narra sua visita ao campo de concentração de Auschwitz, onde reflete sobre as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial. Acompanhada de sua esposa, ela expressa seu nervosismo e a necessidade de honrar a memória das vítimas, traçando um paralelo entre o passado e as crises atuais que a sociedade enfrenta.
Durante a visita, Susman e sua esposa exploram a história do Holocausto, visitando memorial e museus em Varsóvia e Krakow. A experiência é marcada pela profunda imersão na dor e na humanidade dos que sofreram, além de discussões sobre o papel dos espectadores na tragédia. O guia da visita, Pawel Sawicki, provoca reflexões sobre a responsabilidade individual e coletiva diante das injustiças da história.
A autora conclui sua narrativa questionando o que cada um pode fazer hoje para evitar a repetição de tais horrores. Ao destacar exemplos de coragem, como a resistência de um general que salvou Paris, Susman incentiva uma reflexão ativa sobre a responsabilidade moral de não sermos meros espectadores em face das adversidades contemporâneas.

