A possibilidade de os Estados Unidos perderem os direitos de co-anfitrião da Copa do Mundo de 2026 gera preocupação entre fãs e cidades que esperavam os benefícios econômicos do evento. Com a crescente violência e a insegurança nas ruas, muitos questionam se o país está em condições de sediar um evento esportivo de tal magnitude, que atrai a atenção mundial.
A busca dos Estados Unidos para sediar o torneio, após fracassos anteriores em 2010, culminou na conquista dos direitos junto ao Canadá e ao México. Desde a primeira edição em 1994, o futebol se tornou parte importante da cultura esportiva americana, impulsionando outras modalidades a inovar e expandir suas conexões internacionais. A Copa de 2026 era vista como uma oportunidade única para mostrar o crescimento do esporte no país e seu impacto positivo na sociedade.
Caso a decisão de remover os EUA da co-sede se concretize, as implicações seriam enormes, com perdas financeiras para cidades e empresas, além de um grande desafio logístico. Embora a situação seja lamentável, muitos acreditam que a segurança deve ser a prioridade, e tal medida se tornaria uma resposta necessária às atuais condições de violência.

