Gregory Bovino, comandante da Patrulha de Fronteira, está programado para deixar Minneapolis na próxima terça-feira, após um tiroteio que resultou em morte. Bovino, que se tornou a face pública da política de deportação da administração Trump, tem sido alvo de críticas constantes por parte de políticos democratas e defensores dos direitos civis. Sua saída é parte de uma reestruturação mais ampla das operações de imigração do governo federal na cidade.
A decisão de remover Bovino ocorre em um contexto de crescente tensão em Minneapolis, onde as ações da Patrulha de Fronteira têm gerado polêmica. A administração Trump está ajustando sua estratégia de imigração, reduzindo a presença federal na cidade após a ocorrência de mais um tiroteio fatal por agentes. Além de Bovino, outros agentes que estavam sob seu comando também estão deixando a região.
As implicações dessa mudança de liderança podem ser significativas para a abordagem federal em relação à imigração em Minneapolis. A saída de Bovino pode sinalizar uma tentativa do governo de acalmar as críticas e reavaliar suas políticas de segurança. A medida pode influenciar a dinâmica política local e o debate sobre imigração em nível nacional, especialmente em um período eleitoral.

