Gregory Bovino, comandante da Patrulha de Fronteira, está previsto para deixar Minneapolis na próxima terça-feira. Sua saída se dá após a administração Trump anunciar uma reestruturação em sua operação de imigração, que se intensificou na cidade. A decisão ocorre em meio a crescente pressão após um segundo tiroteio fatal envolvendo agentes, que gerou críticas de opositores políticos e ativistas dos direitos civis.
Bovino, de 55 anos, tornou-se uma figura polêmica, sendo visto como um defensor agressivo da agenda de deportação do ex-presidente Trump. Ele foi alvo de protestos e críticas por parte de democratas e ativistas, que o responsabilizam pela violência e pela repressão às comunidades imigrantes em Minneapolis. A mudança na liderança reflete uma tentativa da administração de responder às preocupações crescentes sobre a abordagem de imigração e segurança pública na cidade.
Com a saída de Bovino, espera-se que a Patrulha de Fronteira reavalie sua estratégia na região. A administração busca minimizar a presença federal em resposta à insatisfação pública, mas o impacto das ações anteriores de Bovino ainda ecoa nas comunidades locais. Observadores aguardam quais serão os próximos passos da administração em relação à política de imigração e a segurança pública em Minneapolis.

