Pais e escolas processam Meta e TikTok por vício em redes sociais

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

Um grupo expressivo de pais, adolescentes e distritos escolares inicia um processo judicial contra empresas de tecnologia, como Meta, YouTube e TikTok, no tribunal de Los Angeles. Eles alegam que essas plataformas foram projetadas intencionalmente para serem viciantes e prejudiciais à saúde mental dos jovens. O julgamento, que começa na terça-feira, pode trazer os CEOs dessas empresas, incluindo Mark Zuckerberg, para um rigoroso interrogatório.

As alegações dos demandantes envolvem cerca de 1.600 pessoas, abrangendo mais de 350 famílias e 250 distritos escolares. Os autores do processo afirmam que a dependência dessas redes sociais leva a sérios problemas de saúde mental, como depressão, distúrbios alimentares e comportamentos autolesivos. A magnitude do caso destaca as preocupações crescentes sobre o impacto das redes sociais na juventude.

As implicações desse julgamento podem ser significativas, uma vez que poderá estabelecer precedentes legais para a responsabilidade das empresas de tecnologia em relação ao bem-estar dos usuários. Se os demandantes forem bem-sucedidos, isso poderá levar a mudanças nas práticas de design de produtos e na regulamentação das plataformas sociais nos Estados Unidos. O desfecho deste caso poderá influenciar a discussão global sobre a saúde mental e a segurança online dos jovens.

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