O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão do pagamento do ‘vale-peru’ e de um adicional de 70% durante as férias dos empregados dos Correios. A decisão, proferida em 26 de janeiro de 2026, foi uma resposta a uma ação que contestava a legalidade desses benefícios, considerados por muitos como excessivos em um contexto de dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa.
A análise de Moraes destacou a necessidade de reavaliação dos custos operacionais da estatal, especialmente em um cenário em que os serviços públicos estão sob crescente pressão para se manterem sustentáveis. A decisão pode provocar uma série de reações entre os funcionários, que dependem desses benefícios em um momento de incerteza econômica. Além disso, a medida levanta questões sobre a adequação de outros benefícios em empresas estatais e a forma como são geridos.
Os desdobramentos dessa decisão poderão afetar diretamente a relação entre os empregados e a administração dos Correios, além de abrir espaço para futuras discussões sobre direitos trabalhistas em empresas públicas. A expectativa é que a decisão gere um debate mais amplo sobre a sustentabilidade dos benefícios oferecidos aos trabalhadores, especialmente em tempos de crise econômica.


