O governador da Califórnia, Gavin Newsom, lançou uma investigação sobre o TikTok, acusando a plataforma de suprimir conteúdos que criticam o ex-presidente Donald Trump. A revisão das práticas de moderação do TikTok busca esclarecer se houve violação das leis estaduais, enquanto a empresa se defende, alegando que os problemas foram causados por falhas em seus sistemas.
A acusação de Newsom surge em um contexto em que a ByteDance, empresa-mãe do TikTok, anunciou um acordo para estabelecer uma joint venture majoritariamente americana. Essa medida visa proteger os dados dos usuários nos Estados Unidos e evitar uma possível proibição do aplicativo, que possui mais de 200 milhões de usuários americanos. A situação levanta questões sobre a liberdade de expressão e a influência das redes sociais na política.
As implicações dessa investigação podem ser significativas, não apenas para o TikTok, mas também para as políticas de moderação de conteúdo em plataformas digitais. O resultado da revisão pode impactar a operação do TikTok na Califórnia e, potencialmente, em todo o país. Além disso, esse caso pode influenciar como as empresas de tecnologia abordam a censura e a liberdade de expressão em um ambiente cada vez mais regulado.

