O Reino Unido não é mais considerado um país livre de sarampo, conforme anunciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 26 de janeiro de 2026. A decisão se baseia no recente aumento no número de mortes relacionadas à doença e na queda da taxa de vacinação infantil com a vacina MMR, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
A OMS destacou que o Reino Unido é um dos seis países na Europa e na Ásia Central onde o sarampo se reestabeleceu. A diminuição da cobertura vacinal entre crianças é uma preocupação crescente, refletindo falhas nos esforços de saúde pública para garantir a imunização adequada da população. O aumento de casos de sarampo tem implicações significativas para a saúde coletiva, especialmente em grupos vulneráveis.
As consequências dessa reclassificação podem ser graves, afetando políticas de saúde pública e aumentando a necessidade de campanhas de conscientização sobre vacinas. Especialistas alertam que, sem uma resposta efetiva, o Reino Unido pode enfrentar um aumento contínuo nos casos de sarampo, colocando em risco a saúde da população. A urgência de restaurar a confiança nas vacinas é mais crucial do que nunca.

