Durante o Festival de Cinema de Sundance, realizado no último fim de semana, artistas renomados, como Natalie Portman e Billie Eilish, expressaram sua indignação contra as ações da ICE, a agência federal de imigração, que se tornaram mais agressivas sob o governo Trump. Os protestos em Minneapolis mobilizaram a atenção de Hollywood, onde os artistas usaram broches com a inscrição “ICE out” para condenar a violência contra manifestantes e criticar as políticas migratórias. Edward Norton comparou as ações da agência à Gestapo, ressaltando a gravidade da situação atual nos Estados Unidos.
Natalie Portman, que participou do festival como produtora e atriz, afirmou que as ações do governo são “o pior da humanidade”, enquanto Olivia Wilde, diretora de “The Invite”, lamentou o clima de tristeza que paira sobre o país. Billie Eilish, em um discurso durante a entrega de um prêmio, denunciou a brutalidade da ICE e a perda de direitos civis, destacando a morte de um cidadão americano devido à violência da agência. Esses posicionamentos evidenciam uma crescente mobilização entre artistas em defesa dos direitos humanos e da justiça social.
As declarações desses artistas não apenas refletem uma indignação coletiva, mas também geram discussões importantes sobre o papel do governo e a proteção dos direitos civis. A reação da sociedade civil e de figuras públicas pode levar a um aumento da pressão sobre o governo para reformar suas políticas migratórias. A situação em Minneapolis e as manifestações artísticas colocam em evidência a necessidade urgente de uma reflexão sobre a ética das ações governamentais e os direitos dos cidadãos.

