Descoberta tumba zapoteca de 1.400 anos no México revela rituais ancestrais

Eduardo Mendonça
Tempo: 1 min.

No estado de Oaxaca, no sul do México, arqueólogos descobriram uma tumba zapoteca datada de 1.400 anos, preservada em condições excepcionais. O achado ocorreu após uma denúncia anônima de saque em 2025 e foi saudado pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, como a descoberta arqueológica mais importante da última década no país.

O local apresenta detalhes inéditos sobre a cultura zapoteca, incluindo relevos e pinturas que simbolizam a morte e o poder. A entrada da tumba é adornada com um grande relevo de coruja, que representa a noite e o poder, e figuras esculpidas que podem ser guardiões do túmulo. Essas descobertas oferecem uma nova perspectiva sobre os rituais e a hierarquia social dos zapotecas, que habitavam a região há séculos.

As implicações desse achado são significativas para a arqueologia e a história da civilização zapoteca. A tumba não apenas enriquece o conhecimento sobre os costumes funerários, mas também destaca a importância da preservação do patrimônio cultural. Com isso, os pesquisadores esperam aprofundar a compreensão sobre a vida e os rituais de uma das civilizações mais fascinantes do México.

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