Com menos de dois meses para o início das primárias, o cenário do Senado americano se torna cada vez mais claro. Os democratas enfrentam um caminho estreito para retomar a maioria, necessitando de sorte em um momento em que essa qualidade tem sido escassa. Já os republicanos parecem mais confortáveis em suas posições, mas as incertezas em torno das endosse de Donald Trump adicionam uma camada de complexidade ao panorama eleitoral.
As conversas com estrategistas e doadores revelam que, enquanto os democratas apostam em reviravoltas em estados como Alasca, Maine e Ohio, os republicanos buscam garantir suas cadeiras em locais onde Trump tem influência. As primárias, que começam em março, podem mudar rapidamente o quadro atual, com diversas candidaturas em disputa e a possibilidade de surpresas nas urnas. O foco recai sobre como as escolhas de Trump impactarão as chances de seus apoiadores e rivais nas eleições.
Com o cenário político em constante mudança, a expectativa é que as eleições de novembro se tornem um teste decisivo para ambos os partidos. A dinâmica entre os candidatos, as endosse de Trump e a resposta dos eleitores a questões atuais poderão moldar o futuro do Senado. A imprevisibilidade das eleições não pode ser subestimada, e os próximos meses serão cruciais para definir quem controlará a câmara alta do Congresso americano.

