O chefe militar de Uganda refutou acusações de que as forças armadas agrediram Barbara Kyagulanyi, esposa do líder da oposição. Barbara afirmou que se negou a informar a localização de seu marido, que está sob investigação, o que teria provocado a ação das autoridades. O incidente ocorreu em 26 de janeiro de 2026, em meio a um clima de crescente tensão política no país.
A recusa de Barbara em cooperar com as autoridades e a alegada agressão levantam questões sobre os direitos humanos e a liberdade de expressão em Uganda. A oposição, liderada por seu marido, tem enfrentado repressão por parte do governo, gerando um ambiente de medo e incerteza entre os cidadãos. O caso ilustra as dificuldades enfrentadas por aqueles que se opõem ao regime atual e a necessidade de proteção para vozes dissidentes.
As implicações desse incidente podem ser significativas para o futuro político de Uganda. A crescente repressão pode instigar protestos e aumentar a pressão internacional sobre o governo. Observadores de direitos humanos estão atentos ao desenrolar da situação, que pode impactar as relações de Uganda com outros países e organizações internacionais.

