O documentário ‘Mission to Space with Francis Bourgeois’ investiga se um apaixonado por trens pode se tornar um astronauta. Apresentado por Bourgeois, um graduado em engenharia que ganhou notoriedade nas redes sociais, o programa destaca sua alegria ao observar locomotivas e sua paixão por trens, ao mesmo tempo que explora seu interesse pelo espaço. O filme, dividido em duas partes de 45 minutos, levanta a questão: é viável essa transição de um hobby para uma carreira tão distinta?
Bourgeois, conhecido por sua personalidade carismática e genuína nas plataformas digitais, se tornou um ícone entre os jovens. O documentário, no entanto, suscita reflexões sobre a eficácia de sua proposta, questionando se a narrativa realmente atende às expectativas de seu público. Com uma abordagem leve, o filme busca cativar os espectadores, mas pode não ser a melhor representação do potencial de um entusiasta em buscar a carreira de astronauta.
As implicações dessa produção vão além da mera curiosidade sobre a carreira espacial. Levanta-se a discussão sobre como a mídia pode explorar paixões pessoais de maneiras que ressoem com o público, sem desviar do foco principal. A jornada de Bourgeois, apesar de divertida, pode servir como um alerta sobre a necessidade de conteúdo mais substancial em projetos que envolvem sonhos e aspirações.

