O capitão do petroleiro ‘Grinch’, interceptado na última quinta-feira pela Marinha Francesa, foi colocado em prisão preventiva. A embarcação é suspeita de integrar a ‘frota fantasma’ russa, que contorna sanções internacionais. A prisão foi anunciada pela Procuradoria de Marselha no domingo, 25 de janeiro de 2026.
O ‘Grinch’ foi interceptado em águas internacionais entre a Espanha e o norte da África e escoltado até o Golfo de Fos. A Procuradoria informou que o capitão, um cidadão indiano de 58 anos, e a tripulação, também indiana, permanecem a bordo enquanto as investigações sobre a validade da bandeira e a documentação do navio prosseguem. O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o petroleiro estava sob ‘sanções internacionais’ e poderia estar navegando com uma bandeira falsa.
A investigação preliminar, iniciada em 22 de janeiro, contará com inspeções no navio em colaboração com a gendarmaria marítima. Macron ressaltou que não tolerará atividades que ajudem a financiar a guerra na Ucrânia, enfatizando a importância de combater a ‘frota fantasma’ e suas operações ilegais. O desdobramento deste caso poderá influenciar as políticas de segurança marítima e as sanções internacionais.

