No dia 25 de janeiro, em Minneapolis, um cidadão americano foi morto por agentes de imigração durante uma operação, gerando protestos significativos na cidade. O Departamento de Segurança Interna dos EUA descreveu o incidente como um ataque, afirmando que o homem teria agredido os agentes. No entanto, vídeos capturados por testemunhas mostram que ele estava segurando um telefone e tentando ajudar outros manifestantes no local.
A morte do indivíduo, identificado como Alex Pretti, um enfermeiro, provocou uma onda de manifestações não apenas em Minneapolis, mas também em outras cidades americanas, como Nova York e Washington D.C. As autoridades locais, incluindo o governador de Minnesota, Tim Walz, questionaram a narrativa federal e solicitaram que a investigação fosse conduzida por organismos estaduais. A tensão entre federal e estadual aumentou, especialmente após o recente assassinato de outra cidadã americana, evidenciando um clima de desconfiança em relação às operações de imigração.
Com as manifestações crescendo, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, clamou pelo fim imediato das operações de imigração, alertando sobre os riscos à segurança da comunidade. As autoridades locais pedem moderação aos protestantes, ressaltando a necessidade de diálogos construtivos. O incidente não apenas ressalta as tensões entre a população e as autoridades, mas também levanta questões sobre a eficácia e a moralidade das operações de imigração sob a administração atual.

