Ministra britânica é criticada por ignorar brecha fiscal de £2 bilhões

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

A ministra da Cidade do Reino Unido, Lucy Rigby, foi acusada de desconsiderar as preocupações dos contribuintes ao ignorar um esquema fiscal de £2 bilhões que beneficia grandes bancos envolvidos em um escândalo de empréstimos automotivos. Críticos apontam que instituições como Barclays, Lloyds e Santander podem se esquivar das regras fiscais que obrigam os bancos a pagar impostos sobre compensações relacionadas a condutas corporativas inadequadas.

A questão ganhou destaque após um membro do comitê do Tesouro do Parlamento solicitar que Rigby intervenha na situação. A pressão por uma resposta se intensifica à medida que mais informações sobre o escândalo de empréstimos de £11 bilhões surgem, levantando preocupações sobre a responsabilidade fiscal das instituições financeiras. A falta de ação da ministra pode resultar em uma perda significativa de receita para o governo e um agravamento da desconfiança pública em relação ao sistema financeiro.

As implicações desse caso são amplas, pois a possibilidade de os bancos evitarem impostos sobre compensações pode afetar a percepção pública sobre a equidade do sistema fiscal. A situação também levanta questões sobre a responsabilidade dos reguladores e a necessidade de uma reforma que impeça que brechas fiscais sejam exploradas. A resposta de Rigby e do governo será crucial para restaurar a confiança do público e garantir que os responsáveis por abusos financeiros sejam responsabilizados.

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