Trabalhadores de Minnesota intensificam suas pressões sobre grandes empresas, como Target, Delta e Hilton, para que tomem uma posição contra as operações do ICE na região. O movimento ganhou força após a morte de uma mulher desarmada, ocorrida em Minneapolis, resultante de uma ação de um agente federal. A mobilização busca implementar um boicote econômico, afetando o trabalho, compras e atividades escolares.
A morte da mulher, identificada como Renee Good, gerou indignação entre os trabalhadores e a comunidade local, levando a protestos em frente às sedes das empresas. Os manifestantes exigem que essas corporações se posicionem contra as práticas do governo federal em relação à imigração. A crescente pressão reflete um sentimento de urgência e necessidade de ação coletiva em resposta à violência associada às operações de imigração.
Se as empresas não responderem às demandas dos trabalhadores, há o risco de um impacto econômico significativo na região, com a possibilidade de uma paralisação em várias atividades. Essa situação destaca o crescente descontentamento com a política de imigração e a resposta das corporações a questões sociais. O desdobramento dos eventos poderá influenciar a forma como as empresas se posicionam em relação a questões de justiça social no futuro.

