A escolha do senador Rogério Marinho (PL) para coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, anunciada em 24 de janeiro de 2026, gerou efeitos imediatos nos bastidores do bolsonarismo. A decisão parece estar contribuindo para a redução das tensões internas, sinalizando um possível movimento de pacificação entre lideranças que estavam inquietas com a sucessão do ex-presidente Jair Bolsonaro no cenário político.
Desde a indicação de Marinho, observou-se uma mudança no clima entre os membros do partido, que anteriormente expressavam desconforto com a falta de unidade. A nova coordenação pode facilitar a comunicação e o alinhamento estratégico entre as diferentes facções do bolsonarismo, crucial para o fortalecimento da candidatura presidencial e a mobilização das bases eleitorais.
As implicações dessa escolha podem ser significativas para o futuro do bolsonarismo, especialmente em um período eleitoral onde a coesão é fundamental. Se a pacificação se concretizar, poderá aumentar as chances de sucesso nas urnas, além de solidificar a liderança de Flávio Bolsonaro como herdeiro político do ex-presidente, moldando o cenário para as eleições futuras.

