Carlos Brandão, governador do Maranhão, e Marcos Rocha, de Rondônia, estão em uma encruzilhada política ao considerar a desistência de suas candidaturas ao Senado. Apesar de serem favoritos nas pesquisas, ambos resistem a entregar seus cargos a vices que se tornaram adversários, temendo traições que possam comprometer seus mandatos.
Brandão, mesmo liderando as intenções de voto, opta por permanecer no governo até dezembro, recusando-se a ceder o cargo ao seu vice, que se alinha a seus opositores. Da mesma forma, Rocha enfrenta uma situação difícil em Rondônia, onde um conflito com seu vice, que acionou a Justiça durante sua ausência, gerou desconfiança e levou o governador a reconsiderar sua candidatura ao Senado.
Esses episódios destacam as complexidades das relações políticas nos estados e a fragilidade das alianças. As decisões de Brandão e Rocha podem impactar significativamente o cenário eleitoral e a dinâmica de poder em suas respectivas regiões, refletindo um clima de incerteza entre os governantes e seus vices.

