Origenes Monte Neto, presidente da Associação Norte-Rio-Grandense de Criadores de Camarão (ANCC), anunciou que 2025 foi um ano positivo para a carcinicultura no Rio Grande do Norte. Ele projetou uma produção de cerca de 45 mil toneladas, embora os dados ainda não estejam consolidados. A declaração foi feita em meio a um cenário de fiscalização ambiental rigorosa no estado.
Apesar da falta de dados definitivos, a ANCC acredita que o crescimento do setor tem sido significativo e sustentável. A fiscalização ambiental, segundo Monte Neto, é uma questão central para garantir a saúde dos ecossistemas locais e a viabilidade econômica da carcinicultura. Esse controle rigoroso é visto como uma vantagem competitiva para o estado, que busca se destacar no mercado nacional.
As implicações desse desempenho positivo e da fiscalização intensa são relevantes para o futuro da carcinicultura potiguar. Com um aumento na produção e um compromisso com a sustentabilidade, o setor pode atrair mais investimentos e melhorar as condições de trabalho para os envolvidos. A ANCC continua a trabalhar para fortalecer a imagem da carcinicultura como uma atividade responsável e sustentável no estado.

