O Irã anunciou que sua defesa antimíssil foi significativamente reforçada após os ataques israelenses em junho de 2025. O general Reza Talaei-Nik, porta-voz do Ministério da Defesa, destacou que a experiência vivida durante o conflito possibilitou um aumento tanto na capacidade quantitativa quanto qualitativa dos mísseis iranianos.
Durante uma operação militar iniciada por Israel, o país alegou que o Irã mantinha um programa nuclear secreto com fins bélicos, levando a bombardeios de instalações nucleares e outros alvos estratégicos. O Irã, por sua vez, respondeu com ataques, resultando em uma escalada de hostilidades que incluiu uma intervenção pontual dos Estados Unidos em 22 de junho. Essa dinâmica de conflito ressalta a tensão persistente na região e a complexidade das relações internacionais envolvidas.
As declarações do governo iraniano e o relatório da Academia de Ciências da Rússia indicam um panorama de crescente autonomia militar do Irã, além de sugerir que a capacidade de influência dos Estados Unidos na região está diminuindo. Caso o conflito se intensifique, as repercussões podem afetar a segurança regional e as políticas de defesa de outros países próximos, além de potencialmente impactar as negociações sobre o programa nuclear iraniano.

