Na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, os Estados Unidos oficializaram sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS). A decisão foi divulgada pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos do país, que a justificou citando a ‘má gestão da pandemia de Covid-19’, além de falhas na implementação de reformas necessárias e falta de independência da influência política dos Estados-membros.
O comunicado, assinado pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos e pelo secretário de Estado, destaca que, durante o processo de saída, que durou um ano, Washington suspendeu o financiamento à OMS e redirecionou suas atividades para compromissos bilaterais com outros países. Essa decisão marca um ponto crítico nas relações entre os EUA e a OMS, refletindo a insatisfação do governo americano com a condução da crise sanitária global.
O presidente Donald Trump havia iniciado o processo de retirada logo no início de seu segundo mandato, em 20 de janeiro de 2025, após uma primeira tentativa em julho de 2020, que não se concretizou. A saída dos EUA da OMS pode ter repercussões significativas na colaboração internacional em saúde pública, especialmente em tempos de pandemia, levantando questões sobre a capacidade da organização de lidar com futuras crises globais.

