Na quinta-feira, 22, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou o ‘Conselho da Paz’, uma nova iniciativa que visa reunir cerca de 60 países. Até o momento, 23 nações aceitaram o convite, enquanto seis, incluindo França e Alemanha, expressaram sua recusa. O Brasil, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, também foi convidado a se posicionar sobre a proposta, que suscita reações variadas no cenário internacional.
O posicionamento de Lula, na sexta-feira, 23, destacou que o mundo atravessa um ‘momento muito crítico’ em termos políticos. Em suas declarações, ele criticou a proposta de Trump, que, segundo ele, desvia a atenção da necessária reforma da ONU, a qual ele defende desde 2003. Lula enfatizou que, em vez de buscar melhorar a organização existente, a proposta de Trump parece criar uma nova entidade, refletindo uma abordagem unilateral.
As reações à proposta de Trump indicam uma divisão no cenário internacional. Enquanto países próximos ao presidente dos EUA, como Argentina e Israel, já se manifestaram a favor, outros, especialmente na Europa, demonstram ceticismo. O futuro do ‘Conselho da Paz’ e sua aceitação global permanecerão incertos, especialmente com o Brasil ainda avaliando sua posição sobre a iniciativa.

