A nova temporada de ‘Bridgerton’, da Netflix, estreia em 29 de janeiro, apresentando uma protagonista asiática em um ambiente da Inglaterra do século XIX. A série, que já se tornou um sucesso mundial, explora temas de diversidade étnica e sexual, desafiando as tradições dos romances de época. A história segue Benedict Bridgerton, que se encanta por uma moça de traços asiáticos, revelando uma nova perspectiva sobre os romances históricos.
A produção, criada por Shonda Rhimes, é baseada nos livros de Julia Quinn, mas se desvia significativamente do material original, que retrata apenas personagens brancos e heterossexuais. Desde sua primeira temporada, a série tem introduzido uma variedade de etnias, contribuindo para uma nova narrativa que ressoa com o público contemporâneo. Essa abordagem não apenas atrai novos espectadores, mas também gera um impacto econômico considerável, injetando milhões na economia britânica através da produção.
A recepção positiva de ‘Bridgerton’ tem impulsionado outras produções a seguir uma linha semelhante, como ‘Os Bucaneiros’ e ‘A Idade Dourada’, que também exploram a diversidade em contextos históricos. A tendência de colorir a história com personagens de diferentes origens étnicas promete continuar moldando o cenário do entretenimento, desafiando estigmas e ampliando a representação na tela. Assim, a série não apenas entretém, mas também provoca reflexões importantes sobre inclusão e identidade cultural.

