Vandalismo em Copacabana gera insegurança entre moradores e comerciantes

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Na madrugada do dia 24 de janeiro de 2026, moradores e trabalhadores das ruas Santa Clara e Cinco de Julho, em Copacabana, Rio de Janeiro, acordaram com a notícia de vandalismo em seus veículos. Carros tiveram os vidros quebrados, e o ataque foi atribuído a um homem em situação de rua, aumentando a sensação de insegurança na área, que já convive com o crescimento do uso de drogas nas ruas.

A situação em Copacabana reflete uma crise social, onde moradores relatam que a presença de usuários de crack e a deterioração do espaço público têm impactado a rotina do bairro. Comerciante e porteiros afirmam que a violência e a intimidação são comuns, levando a um declínio no movimento do comércio local. Medidas, como a colocação de vasos de plantas, foram adotadas para afastar moradores de rua, mas muitos acreditam que tais ações são paliativas e não resolvem o problema de fundo.

As autoridades, incluindo a Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Assistência Social, tentam abordar a situação através de rondas e atendimentos sociais. No entanto, a complexidade da questão exige uma abordagem integrada e contínua, que respeite a dignidade dos envolvidos. A insegurança em Copacabana segue sendo um tema delicado, com desdobramentos que afetam tanto a vida dos moradores quanto a dinâmica do comércio local.

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