Retirada dos EUA da OMS gera riscos à saúde e à economia global

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a retirada do país da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 24 de janeiro de 2026. Essa decisão é considerada por especialistas como um movimento perigoso que pode colocar vidas americanas em risco, especialmente em um momento em que a saúde pública depende da colaboração internacional para enfrentar surtos de doenças.

O impacto da saída dos EUA da OMS é profundo, pois a organização desempenha um papel crucial na coordenação de respostas a ameaças à saúde global. Sem a participação americana, há um risco elevado de que a detecção de surtos se torne mais lenta e que a resposta a emergências de saúde pública seja fragmentada. Além disso, essa retirada pode afetar negativamente a economia dos EUA, uma vez que a OMS contribui para um ambiente de saúde global mais estável que, por sua vez, protege as cadeias de suprimentos e o comércio.

A decisão de Trump levanta preocupações sobre as consequências a longo prazo para a segurança sanitária e a saúde pública. A ausência dos EUA na OMS não apenas enfraquece a capacidade de resposta a epidemias, mas também reduz a influência do país em padrões globais de saúde. Isso pode resultar em falhas que afetam não só a América, mas também outras nações, tornando todos mais vulneráveis a crises de saúde iminentes.

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