Na quinta-feira, uma tentativa de fraude no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) buscou expedir mandados de prisão contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Segundo o CNJ, a ação consistiu na substituição indevida de informações em um documento judicial legítimo por dados relacionados a essas autoridades. Vale destacar que os mandados não chegaram a ser expedidos, evitando consequências legais diretas.
O CNJ esclareceu que a Divisão de Segurança da Informação apurou que a fraude foi realizada usando credenciais de acesso comprometidas, pertencentes a usuários de tribunais. Essas credenciais foram utilizadas de forma indevida no sistema, mas o órgão garantiu que não houve invasão ou violação de seus sistemas. A situação foi rapidamente identificada e corrigida, com os dados sendo restabelecidos em sua forma original.
Este incidente levanta preocupações sobre a segurança dos sistemas judiciais e a proteção de informações sensíveis. Embora o CNJ tenha assegurado que o problema foi contornado, a ocorrência destaca a necessidade de medidas mais rigorosas para impedir fraudes e proteger a integridade do sistema judiciário brasileiro. O episódio também pode ter implicações políticas, dada a natureza das figuras envolvidas.

