No Fórum Econômico Mundial em Davos, no dia 22 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou um grande hematoma na mão esquerda durante a cerimônia de assinatura de documentos. Este não é um incidente isolado, já que Trump frequentemente aparece com marcas arroxeadas, o que tem alimentado especulações sobre sua saúde nas redes sociais e na imprensa.
A Casa Branca justificou que a rotina de apertos de mão do presidente é a principal causa das lesões visíveis, somada ao uso diário de aspirina, que pode contribuir para o surgimento de hematomas. A porta-voz do governo, Karoline Leavitt, explicou que o medicamento, embora previna problemas graves como infartos, também pode levar a um aumento na frequência e tamanho dos hematomas. Trump, ao ser questionado sobre a lesão, afirmou que bateu a mão em uma mesa durante a cerimônia, desconsiderando as especulações.
Com 79 anos, Trump é o presidente mais velho da história dos EUA e tem se esforçado para garantir publicamente sua saúde. Ele frequentemente se compara favoravelmente ao seu antecessor, Joe Biden, cuja capacidade física é frequentemente questionada. Essa situação ressalta a importância do discurso sobre saúde e imagem pública em um período eleitoral, especialmente para um candidato que busca reeleição em um cenário político conturbado.

