A Necessidade de Enxergar o Invisível nas Organizações

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

O artigo de Joaquim Santini, publicado em 23 de janeiro de 2026, explora a crítica situação em que muitas organizações se encontram, onde a inovação e a agilidade são sufocadas por uma estabilidade cansativa. Líderes reconhecem que, apesar de resultados aceitáveis, algo essencial se perdeu, refletindo um ponto de virada silencioso. A análise sugere que a solução para esses problemas não pode ser encontrada apenas na superfície dos indicadores visíveis.

Santini observa que, frequentemente, os líderes reagem a esses desafios focando apenas na estrutura visível da empresa, como estratégias e processos, enquanto ignoram as forças emocionais que realmente moldam as decisões e a dinâmica organizacional. Ele argumenta que a verdadeira saúde de uma organização reside em compreender o que não aparece nos relatórios, revelando pactos silenciosos e padrões emocionais que impactam o desempenho. A arquitetura psicodinâmica da vida corporativa é apresentada como uma lente para entender essas questões invisíveis.

A conclusão do autor é clara: para que as organizações funcionem de maneira eficaz, é fundamental que os líderes reconheçam e abordem tanto as dimensões visíveis quanto as invisíveis. Ao ignorar o sistema nervoso da organização, que determina as respostas às ações, os esforços de transformação podem se tornar ineficazes. A reflexão proposta por Santini é um convite a repensar as abordagens convencionais na gestão organizacional.

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