O verão de 2026 no Brasil é marcado por um aumento substancial no número de turistas, com quase 10 milhões de visitantes internacionais, um recorde histórico. Essa transformação, embora celebrada, resulta em sérios desafios, como abusos de preços e a deterioração da ordem pública nas praias, refletindo um cenário de anarquia em diversas localidades.
As consequências do turismo excessivo são visíveis, especialmente em destinos populares como Arraial do Cabo e Rio de Janeiro, onde a superlotação e o desrespeito às normas proliferam. Autoridades locais, como o ICMBio, tentam mitigar os impactos, mas enfrentam dificuldades em controlar a situação, que inclui a invasão de espaços públicos e a cobrança de valores exorbitantes por serviços básicos.
Diante desse contexto, é urgente que as autoridades adotem medidas eficazes para lidar com os problemas emergentes do turismo. A situação atual não apenas ameaça a experiência dos visitantes, mas também compromete a qualidade de vida das comunidades locais, exigindo uma resposta coordenada para garantir que o Brasil aproveite plenamente seu potencial turístico sem sacrificar a ordem e a segurança.

