Amanda Seyfried discute conexão emocional em ‘The Testament of Ann Lee’

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Amanda Seyfried, estrela e co-diretora do filme ‘The Testament of Ann Lee’, expressou sua preocupação com a forma como o público processa a experiência cinematográfica. Durante uma entrevista, ela questionou se o entrevistador assistiu ao filme com alguém com quem pudesse dialogar, evidenciando a importância da interação emocional após a exibição. O filme, uma fantasia musical sobre uma seita religiosa obscura, promete provocar sentimentos intensos e desafiadores no espectador.

A produção, que mistura elementos de um biográfico musical do século XVIII, é marcada por visões fervorosas e uma narrativa excêntrica, reminiscente de obras de diretores como Lars von Trier. Seyfried admite que a experiência de assistir ao filme sozinha foi peculiar e única, refletindo a natureza envolvente da obra. Mona Fastvold, co-diretora e também parte do elenco, demonstra entusiasmo ao discutir a capacidade do filme de evocar reações intensas no público.

As implicações de ‘The Testament of Ann Lee’ vão além do entretenimento, sugerindo uma reflexão sobre a conexão emocional necessária ao consumir arte. A relação entre espectador e obra é enfatizada como fundamental, especialmente em um contexto onde experiências individuais podem ser diversificadas. A produção, portanto, não se limita a entreter, mas busca provocar uma interação significativa e duradoura com o público.

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