O JPMorgan Chase emitiu uma resposta às alegações do ex-presidente Donald Trump, que afirmou que a instituição teria encerrado suas contas por razões políticas. Em uma ação judicial protocolada no dia 22 de janeiro de 2026, Trump busca US$ 5 bilhões em danos e nomeia Jamie Dimon, CEO do banco, como co-réu. O JPMorgan se defendeu, argumentando que respeita o direito do presidente de processá-lo, mas considera a ação sem mérito.
Em sua declaração, o JPMorgan enfatizou que não encerra contas por motivos políticos ou religiosos, mas sim para evitar riscos legais e regulatórios. A instituição lamentou a situação, explicando que as regras regulatórias frequentemente forçam decisões difíceis. Além disso, o banco expressou a necessidade de reformar as regulamentações que o colocam nessa posição, apoiando iniciativas governamentais que visam evitar a politicização do setor bancário.
As alegações de Trump e a resposta do JPMorgan podem ter implicações significativas tanto para a reputação da instituição quanto para o debate sobre a liberdade de expressão e a regulamentação no setor financeiro. O caso poderá servir como um marco em como bancos e instituições financeiras lidam com pressões políticas, além de potencialmente influenciar futuras ações legais envolvendo figuras públicas e instituições privadas.

