Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, no dia 22 de janeiro de 2026, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, expressou preocupações sobre a situação da Europa, descrevendo-a como ‘fragmentada’ e ‘perdida’ nas suas interações com o presidente dos EUA, Donald Trump. Ele destacou que, ao invés de assumir uma posição de potência global, a Europa se apresenta como um ‘caleidoscópio’ de pequenas e médias potências que lutam para se fazer ouvir.
Zelensky afirmou que a Europa parece confusa ao tentar convencer Trump a reavaliar sua postura em relação ao continente. Esse comentário ressalta a vulnerabilidade percebida da Europa diante de um cenário político global em transformação, onde a coesão entre os países europeus é vital para enfrentar desafios internacionais. A crítica do presidente ucraniano aponta para a necessidade de um alinhamento mais forte entre as nações europeias.
As implicações dessas declarações vão além das palavras, levantando questões sobre a eficácia da diplomacia europeia e a capacidade de influenciar as decisões dos EUA. Como a Europa navega por um cenário político cada vez mais complexo, a busca por uma identidade unificada se torna essencial para garantir sua relevância no cenário global. A posição de Zelensky pode incentivar uma reflexão sobre a necessidade de maior colaboração entre as potências europeias frente a desafios comuns.

